Fake Life: a felicidade obrigatória

O termo “fake life” está cada vez mais frequente, indicando a diferença entre a vida real e a vida nas redes sociais, que nem sempre é o que parece.

O uso das redes sociais é massivo e provavelmente comum na sua família. Muitas crianças e adolescentes já acompanham influencers, seguem os colegas e compartilham conteúdo, entrando no universo digital

Mas e quando a vida das outras pessoas parece perfeita na internet? E quando olhamos para nós mesmos e não encontramos essa perfeição? Entenda um pouco mais sobre fake life e pontos de atenção agora mesmo!

O que é Fake Life?

Fake life é o termo utilizado para falar da “vida falsa” que expomos nas redes. Se você usa o Instagram, verá que as postagens são majoritariamente felizes e bonitas. No LinkedIn, parece que todos são super bem sucedidos. No YouTube, todos os vídeos são animados e divertidos.

Essa exposição cria uma máscara em cada uma das redes, influenciando pessoas e comportamentos. Mas e quando essa vida é totalmente diferente da sua vida real? E quando ela se torna tão influente que outras pessoas se espelham nela? Será que é um espelhamento bom ou ruim?

Quais os malefícios de se espelhar nas redes sociais?

As redes sociais possuem muitos benefícios, nisso não há dúvidas. Há o acesso à informações, o contato social, a liberdade de se expressar e até a facilidade de contatar empresas e profissionais. Porém, quando usamos as redes em excesso, somos bombardeados por informações de empresas e pessoas, que muitas vezes se tornam referências para o nosso modo de vida.

Quando você olha para essa vida que nem sempre é real, é comum 2 extremos: ou se espelhar e querer ser assim ou rejeitar totalmente. Se você segue pessoas que te inspiram, muitas vezes é natural querer seguir esse padrão, mas e quando é o adolescente ou a criança que têm acesso aos conteúdos?

Vamos lembrar que eles ainda estão em desenvolvimento e que aprendem com o exemplo. Assim, a exposição excessiva nas redes sociais, pode gerar alguns malefícios, como:

Fuga da realidade

É fácil se distrair com as redes e entrar em um mundo digital. Assim, muitas pessoas se refugiam nas telinhas, evitando problemas ou mesmo atividades rotineiras não muito interessantes.

Comparação irreal com a fake life

O mundo digital parece perfeito e cheio de conquistas, mas muitas vezes (na maioria das vezes) isso não é real. Não é comum encontrar publicações falando sobre os desafios do dia a dia ou mesmo das situações rotineiras, como os problemas no trabalho, as discussões da família e os sentimentos ruins.

Isso gera uma comparação irreal e pode afetar a autoestima, principalmente quando a criança e o adolescente estão entendendo e formando a própria personalidade.

Exposição excessiva

Os perigos da internet são muitos, indo desde o contato com estranhos até o tempo de conexão e a exposição da vida particular. A exposição excessiva pode ser um problema de segurança, por isso os pais e mães devem entender como a criança e o adolescente se comporta nas redes sociais e quais dados está mostrando.

É comum ver influencers gravando o dia a dia, mostrando a casa, as atividades etc., mas até que ponto isso não gera problemas com a falta de privacidade?

Tempo de tela

Por fim, um outro malefício de se espelhar na fake life das pessoas é se encantar com a presença digital e com o universo virtual e perder o controle sobre o tempo de tela. O equilíbrio digital é importante para uma rotina saudável, assim, é responsabilidade dos adultos medir se o tempo de conexão está equilibrado ou não.

Uma opção é usar ferramentas de apoio para o controle parental, como o AppGuardian, que te mostra um relatório de tempo de uso e sites acessados, oferece a possibilidade de bloqueio e ajuda na definição de uma rotina.

Aproveite para baixar o aplicativo no Google Play ou na Apple Store!
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