4 dicas para conversar com o adolescente que fala NÃO para o controle parental!

Fica mais difícil o controle parental quando seu filho se torna adolescente e quer discutir, né? Eu sei.. Mas saiba que isso é extremamente normal e começa a partir dos 10/11 anos de idade.

Porém, nessa idade o adolescente ainda está muito conectado e exposto no mundo digital. Além disso, ele ainda está desenvolvendo as habilidades socioemocionais e é mais difícil controlar o tempo ou não entrar no vício pelo celular.

O AppGuardian acredita que o controle parental pode ser conversado e acordado com todos da família, priorizando a segurança. Ao mesmo tempo, há regras que precisam existir, mesmo que não haja total acordo.

Para entender como conversar com o filho adolescente que está resistente ao controle parental, confira 4 dicas super especiais!

1. Teste as perguntas ao contrário

“Mas você tira a minha liberdade!” “Eu quero conversar com meus amigos com privacidade” “Não vai acontecer nada, você tá exagerando”

Essas e outras frases serão comuns quando você falar sobre controle parental para o adolescente. Assim, uma boa estratégia é perguntar para ele o que faria no seu lugar:

“Ok, mas o que você faria para garantir que o tempo de tela não estoure?”

“Em quais momentos você acha que deve ser liberado o uso do celular?”

Fazer essas e outras perguntas para o adolescente abre espaço para o diálogo e para ele próprio se colocar no seu lugar. Com isso, você mostra alguns pontos importantes do controle parental e ajuda seu filho a entender a necessidade desse monitoramento.

2. Liste os assuntos a serem discutidos sobre controle parental

Existem coisas que são regras a partir do momento em que você decide implementá-las na criação. O controle parental não precisa ser discutido com o filho, mas você pode conversar e explicar ponto a ponto porque decidiu realizar este controle.

Para esta conversa, aproveite e liste uma série de ideias e informações que podem ser combinadas com o adolescente, como:

  • Dias de conexão e tempo de tela;
  • Atividades e horários a serem encaixados na rotina de uso;
  • Momentos para o tempo em família;
  • Sites e apps bloqueados.

A participação do adolescente para um bom combinado garante que ele seja ouvido e opine sobre o controle parental, ainda que o monitoramento em si não seja discutido.

3. Teste os acordos e faça ajustes para melhor controle parental

Depois que vocês decidirem os horários e usos das telas com o controle parental, teste esses pontos por certo período e, se precisar, faça os ajustes necessários. Assim, o monitoramento pode ser ainda mais eficiente para ambos.

4. Evite a proibição e converse sobre o uso

Proibir, muitas vezes, funciona em curto prazo mas não em médio ou longo. Ao invés de proibir o uso do celular, por exemplo, opte pelo diálogo sobre o tempo de tela e os horários específicos.

A orientação pode ser melhor do que a privação do uso, então oriente seu filho sobre as práticas, responsabilidades, perigos e o que é aceitável ou não no mundo online. Além disso, em situações de exposição, contato com estranhos ou qualquer interação que cause desconforto o ideal é conversar com a mãe e pai sobre a questão.

Dica extra: aproveite o monitoramento para conhecer melhor o mundo do seu filho. Sabendo quais aplicativos ele baixou, por exemplo, você pode sentar ao lado do adolescente e perguntar sobre o app, criando conexão e laços fortes entre vocês!

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