Vídeos de crianças são retirados do Youtube por denúncias de exploração sexual. Entenda o caso!

Predadores virtuais estão usando vídeos de crianças para exploração sexual e compartilhar pedofilia. Saiba como manter crianças longe das ameaças e como o AppGuardian pode ajudar na missão!

Ser youtuber já é uma profissão. Pessoas de todas as idades podem ganhar dinheiro e prestígio publicando vídeos nas redes sociais. Várias crianças e adolescentes sonham em seguir a mesma carreira e começam desde cedo a produzir e publicar vídeos. Imagens que podem ser consideradas inocentes, estão sendo utilizadas por uma rede de pedófilos de várias partes do mundo.

Uma das denúncias foi feita pelo youtuber e empresário Felipe Neto, dono de um canal com mais de 30 milhões de inscritos. De acordo com ele e com Matt Watson, que era produtor de conteúdo no YouTube, a plataforma está facilitando a exploração sexual infantil. Entenda a denúncia e veja como proteger os seus filhos!

Vídeos inocentes escondem atuação de predadores

Tudo começa com uma pesquisa inocente, como “bikini” ou “bikini girls”. Ao encontrar vídeos de crianças e adolescentes, usuários suspeitos coletam os vídeos e fazem o upload em seus próprios canais, para evitar que o conteúdo se perca ao ser removido da conta original.

Além disso, esses mesmos usuários publicam nos comentários os chamados “timestamp”, que corresponde ao tempo exato em que o menor aparece em posições que podem ser interpretadas como comprometedoras ou em posição de vulnerabilidade, como poses consideradas sensuais ou calcinhas que aparecem quando uma criança pula.

A terceira forma de atuação dos criminosos é mais explícita. A rede de predadores, já ciente dos procedimentos, deixa links diretos para sites com pornografia infantil nos comentários dos vídeos para compartilhar com os outros usuários.

Um dos vídeos encontrados por Watson durante a sua pesquisa conta com mais de 1 milhão de visualizações. O conteúdo parece inocente. É uma criança brincando e plantando bananeira. Nos comentários, vários “timestamps” e elogios às crianças.

Além de disseminação de pedofilia, os youtubers denunciam que os vídeos também estavam sendo monetizados. Isso significa que o próprio YouTube e a rede de pedófilos estava ganhando dinheiro com a exibição de anúncios nos vídeos.

O que diz o YouTube

Segundo a política de uso da plataforma, é proibido qualquer conteúdo “sexualmente explícito com menores e conteúdo que explora sexualmente menores”.

O problema, nesses casos, é que os vídeos não são pornográficos. Por isso, os vídeos passam livremente pelos filtros. As crianças e os familiares que compartilharam o conteúdo não tinham noção do que poderia acontecer, ou seja, não tinham a intenção de fazer parte de uma rede de pornografia infantil. A questão está em como os predadores exploraram esses vídeos e as crianças que estão neles.

Segundo o porta-voz, a denúncia está sendo investigada. Como primeira medida, mais de 400 contas foram deletadas, milhares de vídeos e comentários foram apagados. Além disso, a plataforma de vídeos reitera a orientação de que não permite que crianças menores de 13 anos tenham conta.

Essa diretriz vem de uma lei internacional chamada COPPA, que visa proteger a vida privada de crianças na internet, que também é seguida por outras redes sociais, como Facebook.

Como prevenir?

A rede mundial de computadores é um ambiente fácil para predadores e as crianças devem ser protegidas por todos os membros da sociedade, inclusive na internet. Por isso, é a obrigação de pais, familiares e toda a rede de conhecidos manter as crianças longe das ameaças. Algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a exposição de crianças e adolescentes. Anote aí!

• Uma das primeiras ações é respeitar a idade mínima para ter conta nas redes sociais. É uma regra fácil de ser burlada, mas ela não existe à toa. De acordo com os estudos da COPPA, até os 13 anos as crianças são mais vulneráveis. Uma boa conversa pode solucionar o problema e suavizar as ansiedades. Afinal, pra que a pressa, não é mesmo?

Aplicativos de controle parental ajudam na missão de manter os filhos longe das ameaças na internet. Com o AppGuardian, os pais têm acesso a relatórios de como as crianças e os adolescentes estão usando os aplicativos e onde passam a maior parte do tempo. Conhecendo as preferências, é mais fácil conversar e até bloquear o que for indesejado.

• Converse sempre. Mantenha um canal de diálogo com seus filhos para que eles se sintam à vontade para procurar alguém em caso de dúvidas ou problemas. Ele deve saber que tem com quem contar! Além disso, é essencial que eles saibam como agir na internet e nas redes sociais. Dê uma olhada nessa playlist que nós gravamos com algumas dicas.

• Evite a exposição. Como foi mostrado, qualquer vídeo inocente pode virar uma arma na mão de predadores, pedófilos e exploradores. A preservação da intimidade e da dignidade das crianças é obrigação de pais e cuidadores, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Fique atento!

A jornada dos pais de cuidado com a infância e adolescência está cada dia mais difícil, principalmente com os perigos que aparecem on-line. Proibir talvez não seja a melhor saída, já que a internet faz parte da vida de todos.

Por isso, o AppGuardian quer ser mais uma ferramenta diária na busca pela navegação segura dos filhos pela Web. Além do relatório de uso, o aplicativo oferece ferramentas de chat entre os filhos, tempo de tela, rotina de uso, bloqueio de aplicativos e muito mais!

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