O primeiro celular a gente nunca esquece

Ganhar o primeiro celular pode ser uma festa para os filhos, mas eles e os pais devem estar conscientes da responsabilidade que é navegar de forma segura na internet. O AppGuardian facilita o monitoramento e as conexões on-line e off-line entre as famílias.

Depois de muita conversa, negociação e análise, chegou a tão esperada hora de autorizar seu filho a usar o celular. A partir daí, o que é uma alegria para a criança pode representar inúmeros riscos para os pais, pois a navegação sem acompanhamento na internet representa perigo!

Por isso, a dica é instalar logo o aplicativo de conexão parental AppGuardian, mas também estabelecer um canal de diálogo sobre procedimentos de segurança e uma rotina saudável. A internet não deve ser encarada como um ambiente privado, mas como sim uma extensão da vida em sociedade.

Então confira alguns alertas básicos que podem ser compartilhados com seus filhos:

Não converse com estranhos

A orientação de não conversar com estranhos vale para a rua e também para o ambiente virtual, com o agravante de você não saber quem uma pessoa é ao conversar on-line com ela. Alguém que se apresenta como uma garotinha pode ser, na verdade, um homem mais velho mal intencionado. Encontros presenciais com “amigos virtuais” são extremamente perigosos sem a presença de um adulto responsável.

Internet não é “terra sem lei”

Ofensas, injúrias, insultos e difamações também são crimes na internet. É essencial mostrar que todas as pessoas precisam ser respeitadas. Não é correto publicar mensagens ou imagens que possam ofender alguém. No ambiente virtual, é preciso ter cautela em dobro, já que todas as mensagens podem ser salvas e facilmente anexadas a um processo.

O Cyberbullying é uma forma de violência virtual que causa danos físicos e psicológicos. Crianças e adolescentes devem ser orientados de forma que não pratiquem qualquer tipo de agressão. Em contrapartida, devem saber que podem contar com um adulto de confiança para quando se sentirem ameaçadas. Na dúvida entre o certo e o errado, estimule o questionamento: “Você gostaria que fizessem isso com você?”.

De acordo com o artigo 932 Código Civil, os pais são responsáveis pela reparação civil pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia. Isso quer dizer que os pais serão civilmente responsabilizados pelos danos (materiais ou morais) causados pelos filhos menores de 18 anos.

Não dê dicas sobre a localização

É essencial que crianças e adolescentes entendam a importância de não revelar localizações e endereços na internet. Ferramentas que parecem inofensivas podem ser facilmente utilizadas por criminosos. Oriente sobre ferramentas de check-in nas redes sociais e sobre não divulgar endereços de residências, locais de curso, do trabalho dos pais, telefones ou locais que gostam de brincar, por exemplo.

Imagens com uniforme escolar também mostram localização e um possível poder aquisitivo dos pais. Por isso, devem ser evitadas. É a segurança de toda a família que está em jogo!

É verdade ou mentira?

Nem tudo que é publicado na internet é verdade. Quem navega deve desenvolver esse senso crítico. Algumas informações e notícias falsas são publicadas para confundir as pessoas. Por isso, as informações encontradas devem ser verificadas em sites confiáveis.

Além de não cair nas notícias falsas, as chamadas fake news, a pesquisa consciente e responsável evita o uso de informações incorretas em trabalhos escolares. Uma lista de sites confiáveis e de sites de notícias conhecidos pode ser construída em conjunto entre pais e filhos. Uma outra forma de combater a disseminação de informações falsas é o estímulo das conversas e dos debates fora da internet.

Que tal aproveitar o Tempo em Família, do AppGuardian, para conversar sobre isso? Com apenas um toque é possível bloquear todas as funcionalidades dos smartphones. A ferramenta é perfeita para momentos em que os pais precisam da atenção dos filhos.

Você sabe o que é phishing?

Alguns sites, programas e links maliciosos são usados para pegar dados pessoais como CPF, números de cartão de crédito e senhas diversas, sem que o usuário saiba. A orientação, nesse caso, é que a navegação seja feita apenas por sites seguros.

Além disso, é importante orientar para não clicar em links desconhecidos, não abrir e-mails de remetentes estranhos e não baixar anexos que não foram solicitados.

Postou, caiu na rede

Depois que o botão “enter” ou o “compartilhar” é apertado, o usuário perde o controle sobre o conteúdo compartilhado. Textos e imagens, mesmo que compartilhados apenas entre amigos, podem “vazar” ou “cair na rede” e o resultado é imprevisível.

Imagine que uma foto do seu filho pode viralizar e ele ser alvo de xingamentos, ataques e montagens ofensivas. Ou ainda, imagine que uma foto considerada apenas “divertida” pela família, pode virar “meme” e trazer constrangimentos durante anos.

A intimidade é valiosa

Todos os usuários de computadores, tablets e smartphones conectados à internet devem ter em mente que podem encontrar pessoas de má índole em qualquer site ou aplicativo. Por isso, é importante que se converse sobre a importância de não compartilhar fotos íntimas e informações privadas na rede.

Os jovens podem ser convencidos de que não há mal algum em compartilhar fotos com pessoas que eles julgam de confiança, mas a verdade é que a internet está cheia de predadores esperando o momento certo para agir.

A conversa entre adultos e crianças é essencial e deve ser constante para que elas tenham uma relação saudável com a internet. Elas devem enxergar os pais e responsáveis como pessoas de confiança, a quem podem recorrer em caso de dúvida ou de algum problema.

O AppGuardian é uma excelente ferramenta para mediar a troca de informações e promover segurança para os dois lados!

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