Agora não, mãe!

Quantas vezes você já ouviu de seus filhos: “Agora não, mãe!”, “Já vou, pai”, “Espera um pouquinho!”. E o motivo era a tela do celular ou do tablete, que estava bem mais interessante?

Aqui entre nós, vamos confessar: muitas vezes nem chegamos a saber o que nossos filhos tanto fazem ali, não é mesmo? Se eles estão rindo, deve estar tudo certo. Será? Talvez seja importante ligarmos um sinal de alerta para isso!

Apesar de ser uma alternativa mais fácil, deixar nossos filhos se distraindo no celular sem supervisão obviamente não é a coisa certa a se fazer, ainda mais quando não estamos acompanhando o que de fato estão fazendo no ambiente digital. Pode parecer besteira, mas nem sempre a risada é sinal de segurança.

Uma pesquisa realizada pelo Cetic.br revela que 24 milhões de crianças e adolescentes acessam a Internet. Seja por meio de sites com conteúdo impróprio, redes sociais, jogos ou aplicativos, a presença on-line das crianças e dos adolescentes abre portas  perigosas para o mundo real.

Hoje em dia, vale tudo na hora de ter um monte de likes, conseguir seguidores ou visualizações. Nossos filhos precisam se sentir aceitos. Mas nem de longe imaginam que podem estar expondo dados, fotos ou rotinas pessoais ou familiares que facilitam a ação de pedófilos, sequestradores e outros criminosos.

Que criança ou adolescente hoje em dia não quer ser um youtuber? Expor a vida nos vídeos que circulam indiscriminadamente pela rede ficou muito fácil. Basta um celular na mão conectado à internet, um clique e pronto. Postou. Sem a devida orientação e acompanhamento, isso pode ser um risco muito grande! Quantos vídeos caseiros não se tornam memes globais?

O blogueiro e colunista do G1 Ronaldo Prass fala muito sobre as alternativas de controle parental na Internet, com dicas de funcionalidades e recursos para filtrar o conteúdo para crianças, monitorar o uso dos dispositivos móveis e regular o tempo de acesso à Internet.

Nós, que estamos trabalhando nesse tema há mais de um ano, constatamos uma dificuldade enorme dos pais e mães no uso das funcionalidades de controle parental e dos apps de monitoramento de celular (inclusive nós, criadores do AppGuardian, nos incluímos nessa!). Os principais problemas são:  interface em inglês, complexidade para instalar e configurar e muita ênfase na proibição do acesso à Internet.

Infelizmente, tudo isso acaba causando um distanciamento ainda maior entre as famílias porque pais e mães não conseguem estabelecer um diálogo com os filhos sobre segurança na Internet e uso excessivo dos eletrônicos.

A boa notícia é que existe solução!   

Foi nesse contexto que nasceu o AppGuardian, um aplicativo de conexão parental pensado por pais e mães que, como você, querem manter o equilíbrio saudável  entre o mundo virtual e real de seus filhos.

Mais do que um aplicativo de controle parental, ele funciona como uma ferramenta poderosa para estabelecer conexões familiares por meio do celular e da Internet. E o melhor: ele é 100% em português, com interface e suporte em língua portuguesa e adequado à cultura brasileira.

O AppGuardian traz um pacote com três aplicativos: AppGuardian – Versão Pais (para baixar no celular dos pais), AppGuardian – Versão Filhos (para baixar nos smartphones e tablets dos filhos) e o aplicativo Navegação Segura AppGuardian (um navegador de internet com filtro para conteúdo explícito).

Assista ao vídeo para conhecer mais: http://bit.ly/appguardian_v01

Queremos convidar você, que é pai e mãe, para fazer sua experiência e nos contar o resultado! Baixe grátis o AppGuardian no Google Play e compartilhe sua opinião conosco: http://bit.ly/appguardian

Baixe o AppGuardian na Apple Store: http://bit.ly/appguardianpais