Crianças na internet precisa de controle?

Mais de 80% das crianças e adolescentes brasileiros com idades entre 9 e 17 anos que vivem em áreas urbanas estão conectados à internet, segundo a pesquisa TIC Kids On-line, divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação e publicada no site A Tribuna). E, ainda de acordo com a pesquisa, 9 em cada 10 crianças e adolescentes que acessam a internet, o fazem por smartphones.

Até aí, tudo bem, pois a internet tem mil e uma facilidades. Mas também oferece inúmeros riscos, principalmente para as crianças. Este assunto pode arrepiar nossos filhos, mas nós temos que falar sobre isso!

Se o acesso à internet por meio dos celulares já é uma realidade quase absoluta (e elas estão ficando conectadas praticamente o tempo inteiro!), está mais do que na hora de discutirmos regras de conduta para essa esfera da vida dos nossos filhos. Concorda?

A pergunta que vem em seguida é: qual o nível de controle que nós, como pais e mães, devemos exercer sobre os conteúdos acessados na rede?

Importante ressaltar que esse controle não é uma questão de escolha, mas um dever legal dos adultos, conforme prevê o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao reconhecer que até os 18 anos de idade nossos filhos estão em desenvolvimento e podem não ter pleno discernimento entre o certo e o errado.

E o que fazer diante desse cenário?

Segundo especialistas, essa superexposição no mundo virtual é a raiz de diversos problemas no mundo real. “Mesmo com tantas habilidades tecnológicas, os nativos digitais são jovens, não têm capacidade de crítica e de reflexão suficientes para lidar com uma série de questões no ambiente virtual”, aponta o advogado e professor da Universidade Santa Cecília, Danilo de Oliveira, em entrevista para o site A Tribuna.  Os riscos envolvem diversas esferas da vida – relacionamentos (bullyng e fobia social), questões patrimoniais (cessão de documentos ou dados bancários) e até mesmo ameaças à própria vida (as crianças estão se mutilando para participar de jogos perigosos,  expondo sua intimidade na rede e, em casos extremos, chegando a cometer suicídio para deixar sua mensagem ao mundo. 

Para Luiza Mendonça, uma das sócias-fundadoras do AppGuardian, exercer o controle sobre o uso da internet na vida das crianças e adolescentes vai além da mera proibição ou permissão. “Acreditamos que a criança precisa de limites bem estabelecidos, porque isso traz segurança, mas a construção desses limites deve acontecer com base no diálogo e de forma conjunta dentro de cada família”, explica.

“Foi por isso que criamos o AppGuardian”, completa a empresária. “A função dele é ser, além de um aplicativo de controle parental, também uma ferramenta para harmonizar as relações familiares em relação aos limites de uso do celular e da internet”.

O AppGuardian é o primeiro App 100% em português, com suporte em português, pensado por pais e mães brasileiros. Ele reúne três apps em um: AppGuardian – Versão Pais (para baixar no celular dos pais), AppGuardian – Versão Filhos (para baixar nos smartphones e tablets dos filhos) e o Navegação Segura AppGuardian (um navegador de internet com filtro para conteúdo explícito).

Entre as funcionalidades, há um Chat para facilitar a conversa entre pais e filhos caso o app Whatsapp esteja bloqueado. Também é possível estabelecer momentos dedicados à conexão familiar na função Tempo em Família Ativado, em que todos os celulares ou tablets da casa cadastrados no aplicativo são desligados.

“Não adianta usar a ferramenta, se não houver comunicação”, conclui Luiza. “Nós precisamos dar o exemplo, porque a primeira referência na vida de nossos filhos somos nós, então é muito importante praticar aquilo que estamos orientando”.

E você, o que acha? Concorda conosco sobre a importância de exercer hoje algum controle para construir hábitos e costumes online mais seguros no futuro? Que tal fazer uma experiência com o AppGuardian e nos dar um feedback? 😉

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